Estamos num momento de reflexão interessante no sentido de saber quem é Cavaco Silva.
Li e tenho ouvido recorrentemente que muitas pessoas que votaram Cavaco Silva começam a criticá-lo e estão arrependidas de ter mantido no poder, durante 11 + 10 anos, a figura de pensamento interior pouco claro - chamado Aníbal C. S.
Por exemplo, um Investigador do Instituto Português de Relações Internacionais. Doutorando em Relações Internacionais na Universidade Nova de Lisboa, Colunista do Diário de Notícias e da revista inglesa The Majalla Magazine, comentador de assuntos internacionais da TVI 24 e da Rádio Renascença, autor de Blair, a Moral e o Poder(Guerra & Paz, 2008), colunista do jornal i, investigador do Instituto da Defesa Nacional, além de colunista e editor da Revista Atlântico, colaborador do Diário Económico e escreveu nos blogs Acidental, Sinédrio, Atlântico e 31 da Armada. (http://uniaodefacto.blogs.sapo.pt/377.ht
Pois este investigador com todo este currículo afirmou que anteontem teve vergonha de ter votado algumas vezes no tal senhor.
Este problema do arrependimento e vergonha de ter votado em Cavaco Silva é doença de que estou 100% livre. Em 5 eleições diretas e mais as autárquicas, nunca votei em Cavaco Silva. Sempre o achei demasiado "blindado", ou seja, não se sabia bem o que ia dentro daquela cabeça, e a demagogia e o tabusismo foram sempre a sua imagem de marca.
No entanto, agora, quando os outros se evergonham, é que eu começo a ter alguma "compreensão" pelo senhor Aníbal. Primeiro teve a coragem de criticar os dirigentes da Alemanha e da França e depois percebeu que o país não podia ter como único desígnio o empobrecimento sem manter a nobreza. Este episódio do seu rendimento ser pequeno até compreendo, quando todos os seus seguidores e apoiantes mais destacados estão em tronos de ouro, sem nenhuma responsabilidade histórica.
É que, só agora o nosso senhor presidente Cavaco começou a perceber que a história não vai ser simpática com ele. Vai ficar com as dores mas sem ganhar os correspondentes benefícios. Os que o apoiaram serviram-se dele, governaram bem a vida e agora abandonam-no.
No fundo, no fundo, ele vai provar do veneno que tentou e serviu a outros.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/I
O mentira do eu-calipto
Coitado do Presidente Cavaco.
A vida está tão difícil que ele está a ponderar arrendar o Palácio de Belém a uma cadeira de hoteis de luxo de Dias Loureiro, e ele e a Maria voltam para a Travesso do Possolo, código postal 1350 Lisboa.
O dinheiro não dá para nada. O que vai valendo para umas viagens à América do Sul e à Califórnia são umas mais valias ganhas numas ações do BPN.
Mas o D. Cavaco e a D. Cavaca não vivem só da reforma. Então ele não recebe o ordenado de Presidente?
Hummm. ..., parece-me que o Sr. anda com dor de cotovelo por alguns dos seus amigos viverem na maior das abastanças em cargos dourados, veja-se Catroga, Braga de Macedo, Dias Loureiro, etc., além disso ainda lhe vai cair a história em cima.
Da internet.
Em fevereiro de 2011 diziam que não queriam ir ainda ao pote:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?t
Está a ser muito fácil fazer capas de jornais tal como faz o Correio da Manhã, só que aqui numa experiência de sinal contrário. Em vez de aparecerem as nomeações e os favores de Sócrates, estamos agora na maré de noticiar as broncas do PSD e do CDS.
Até o insuspeito de gostar do PS - o jornal do pequeno grande arquiteto - O Sol:
Saem boys do PS, entram os de Direita
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Inter
E do insuspeito Público:
BE questiona apoio do Instituto Tropical a exposições de filha de Braga de Macedo
E ainda do conceituado Expresso:
A filha de Braga de Macedo e o nosso dinheiro
http://aeiou.expresso.pt/a-filha-de-brag
Catroga, Celeste Cardona, Santana Lopes, etc., etc., mais outros setecentos ...
É fartar vilanagem. Foram ao pote.
E para terminar por hoje, a cereja "o pastel de nata" em cima do bolo "do bobo".
Este tema é tão nojento que não merece grande escrita. Desculpem os leitores brasileiros, que são muitos, se não perceberem ao que me refiro.
Para quem quiser saber mais alguma coisa leia por exemplo:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?t
Há por cá quem diga que Portugal não é a América latina. Pois não! É pior do que a América latina e a Indonésia, mais a República Centro Africana.
Em resumo, um grupo de senhores e senhoras vão receber ordenados milionários em cima de reformas já bem gordas. Por exemplo, vão ganhar cerca de 11 vezes mais do que o Presidente da Câmara de Lisboa ou do Porto para não fazerem nada de útil.
Pergunta do português: - Porquê?
Resposta: Porque são "protegidos"/"lobbistas" dos partidos do governo! Só.
Vão ganhar muito portanto é bom para dinamizar a economia e pagar mais impostos. Errado, porque muito desse dinheiro vai para ofshores.
Então e os outros? Nós? Os "classes médias" é que gastamos cá o dinheiro.
Os políticos que nos governam não têm a certeza de que as medidas que estão a tomar sejam as que resolvem os problemas, mas também os que criticam essas medidas também não terão a certeza de que as suas alternativas seriam melhores.
Portanto, a única certeza é que ninguém tem a certeza de ter a melhor solução para os problemas.
Vamos por tentativas e a apalpar o caminho como um ceguinho.
Bom Ano de 2012 a todos.
Tentem salvar-se de diferentes maneiras. Alguém há-de acertar.
http://2.bp.blogspot.com/-plT0pv5awnI/Tv
Aqui está uma notícia interessante. A França entra em recessão.
Afinal como explicam os nossos comentadores Tiago Guerreiro, Mário Crespo, Marques Mendes, Medina Carreira, destacados economistas do PSD, comunicação social partidarizada, etc., que a tal crise criada pelo Estado Social, por José Sócrates e pelos "15 anos" de governos socialistas, tenha chegado a um país industrializado, governado por um governo de direita radical, que não investiu, ao que se saiba, em auto-estradas SCUT, nem em novos aeroportos, esteja agora à beira da recessão.
Como não há uma explicação tão simples, sempre podemos descansar as nossas preguiçosas e simplistas mentes: - Foi Sócrates que chegou a França e já anda a fazer das suas.
Peça-se aos nossos super-justiceiros procuradores para inventarem algum "Face Oculte" ou "Visage cachée", ou ainda um "Libreport", para entalarem Sócrates (que aliás, não é nenhum Santo).
Não vou escrever muito porque as pessoas se aborrecem de ler textos longos.
O pagamento das reformas está baseado numa lógica de seguro. Devem pagar todos para alguns beneficiarem. Pagam porque na altura do pagamento não se sabe quem vai precisar de beneficiar. Muitos morrem mais cedo, antes de terem direito a receber a sua reforma. Quando se ouvem os políticos, parece quererem dizer que todos vão receber sem excepção as suas reformas até uma idade limite, igual para todos, que é a chamada esperança de vida, e que esse recebimento é uma regalia indevida. Outro aspecto que parece esquecido é que quando as pessoas morrem não levam o dinheiro para debaixo da terra (ou para o céu). Tudo cá fica, ou para o Estado, ou para os bancos, ou para os descendentes.
Portanto as reformas têm de ser calculadas para os que sobreviverem mais alguns anos tenham algum desafogo. Quem aceita a regra do jogo faz os descontos. Tirar esta direito a quem descontou dezenas de anos é o mesmo que um assalto. Atenção que eu disse que têm direito quem descontou a sério. Não é o caso dos políticos que ao fim de poucos anos têm direito a boas reformas e continuam a trabalhar e depois recebem uma, duas ou três reformas.
Um exemplo:
Três amigos resolvem fazer um acordo. Todos os meses colocam cada um 5 Euros numa conta bancária. O dinheiro fica para o que morrer mais tarde. Ao fim de 35 anos existe um valor acumulado de 5x3x12x35=6300 Euros. Param de fazer o desconto e esperam até morrerem dois, só então o terceiro recebe o dinheiro. Se dois morrerem antes de fazerem os 35 anos de poupança o terceiro recebe logo o dinheiro. Num sistema destes quem morre primeiro não reclama o seu dinheiro ir todo para outro, pois está morto mão fala, nem pode gastar o dinheiro, portanto o sistema é perfeito. Um problema é todos viverem muito tempo e demorarem tempo demasiado a receber o dinheiro numa altura m que já lhes pode fazer falta. Mas para corrigir isto temos as probabilidades. Nunca vivem todos os mesmos anos. Também pela estatística se pode calcular os anos até que se devem fazer descontos. Na verdade, estamos a chegar a uma engrenagem parecida com a que existe, a diferença está no “oportunismo de alguns” que se metem no sistema para beneficiar dele indevidamente, ou dos políticos que vêm no dinheiro acumulado uma fonte de dinheiro fácil.
Isto foi uma brincadeira com 5 Euros, mas na realidade grande parte das pessoas descontaram todos os meses durante 40 anos valores que agora andam pelos 200, 300, 400 Euros ou mais por mês. Só os bancários tinham acumulados cerca de 6 mil milhões de Euros que o Estado foi buscar. http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Notic
Conclusão
O pagamento de reformas justas não é um favor, é um direito, é o cumprimento de um contrato.
Reformas acumuladas são uma burla. Privar as pessoas de reforma é um roubo.
Há muita discussão sobre a dívida dos países uns aos outros e a capacidade de as pagar. Como a nível de países é mais difícil de compreender vamos fazer um exercício mais simples com pessoas. Um jardineiro era pobre a queria viver um pouco melhor. Trabalhava para uma senhora rica que vendia máquinas. Para maior desespero a senhora disse um dia ao jardineiro: você está tecnologicamente atrasado, ainda corta a relva com tesoura, isso é do século passado. Eu empresto-lhe dinheiro para você se modernizar e depois paga-me mais tarde. Assim foi, o jardineiro comprou à empresa da sua patroa um corta-relva com motor, e para melhor responder aos pedidos da senhora comprou um telemóvel de última geração. Algum tempo depois, em vez da bicicleta para ir trabalhar comprou também um carrito em segunda mão. Tudo com dinheiro emprestado.
O jardineiro tinha uma pequena horta onde cultivava umas batatas e tomates. A senhora combinou com ele pagar-lhe mais um pouco de ordenado com a justificação que não queria que ele viesse com a roupa suja de terra e também porque ela tinha também uma quinta e passaria a vender-lhe o que precisasse a preços muito baratos. Acabou-se a horta.
O tempo sobrava e o jardineiro ia pagando os juros do empréstimo, e com o dinheiro e tempo livres ainda chegava para ir à explanada e tomar um café. Nos primeiros tempos todos pareciam felizes, pois a senhora tinha vendido as suas máquinas de cortar relva e tinha despachado o carro em segunda mão, além de ir recebendo o dinheiro dos juros dos empréstimos.
Quando chegou a altura de devolver uma parte em dinheiro dos primeiros empréstimos o jardineiro não tinha dinheiro suficiente e a senhora disse: Isso é grave mas há uma solução para o problema, um irmão meu empresta-lhe mais dinheiro para pagar os juro e a minha dívida anterior, mas os juros vão ser maiores porque o risco de você não pagar é agora maior do que inicialmente. O jardineiro pensou e pensou, mas como não lhe ocorriam soluções alternativas melhores acabou por aceitar. Com mais dinheiro fresco comprou umas roupas novas a mandou arranjar o automóvel com peças compradas a um primo da senhora.
Chegou um dia em que a senhora e o irmão quiseram regularizar as contas e viram que o jardineiro ia ter ainda mais dificuldade em lhes pagar. Então a senhora veio para a rua gritar que o jardineiro era um mandrião, um caloteiro, que não queria pagar, que o ia despedir. O jardineiro tentou pedir mais dinheiro para resolver o problema imediato, pedindo mais dinheiro emprestado, mas depois da gritaria da senhora ninguém lhe emprestava, ou só o tal irmão da senhora a juros completamente impossíveis de pagar.
Então a senhora muito aborrecida chamou o jardineiro e disse. Ora eu tenho de receber o meu dinheiro, mas como você não me pode pagar vou ficar-lhe com o seu cortador de relva eléctrico. Mas vai ter de me pagar no prazo de dois anos e tem de continuar a cortar a relva mais vezes por semana e arranjar o jardim. O jardineiro perguntou como podia cumprir o novo compromisso de produzir mais sem a máquina, ao que a senhora respondeu: Então? Com a tesoura antiga eu fico-lhe ainda com o carro e venda o telemóvel a qualquer preço. Para vir trabalhar vai ter de pagar bilhete numa empresa de transportes que é também de um familiar meu.
O jardineiro começou a levantar-se muito mais cedo, a trabalhar muito mais horas, mas sem meios para cumprir as tarefas comprometidas começou a cortar nas despesas de educação dos seus filhos, na alimentação e nas roupas. Andava já muito perto da miséria e sem esperança.
Na família do jardineiro ningém conseguia prever se ele, como jardineiro, recebendo um salário cada vez menor da senhora e a pagar-lhe os juros, algum dia iria deixar de ter dívidas ou muito menos conseguir comprar uma nova máquina de cortar relva e uma motocicleta, ou o que quer que fosse.
Por outro lado a senhora começou também a ficar preocupada porque não conseguia vender novos cortadores de relva nem peças para o automóvel do jardineiro e de outros servidores em situação semelhante à do jardineiro.
Apareceu então o dilema. Seria que a melhor forma de resolver todos os problemas era deixar aquele emprego e não pagar nada à senhora? Iria passar muito mal nos primeiros tempos porque não iria arranjar dinheiro para comprar comida nem roupa. Teria de produzir tudo o que consomisse para as suas principais necessidades.
Qual a solução? (1) Tentar pagar e ficar eternamente escravo? (2) Ou não pagar a passar muito mal de imediato?
Moral do meio da história
Todos terão de aprender qualquer coisa. O jardineiro nunca mais vai acreditar na bondade das senhoras para quem irá trabalhar, e as novas patroas nunca mais irão conseguir emprestar dinheiro que serve para comprar os seus próprios produtos.
É este o ponto da história em Dezembro de 2011. Esperem-se as cenas dos próximos capítulos ...
Nesta página de estatística podem conferir as dívidas de cada país.
O que vai parecer estranho é que no topo estão os países que pensávamos serem os mais desenvolvidos e no fundo estão os países que pensávamos serem os mais atrasados. Pelos vistos estamos todos enganados.
http://www.indexmundi.com/g/r.aspx?v=94&l=p
Portugal está no lugar 21 em 201 economias. Se fosse Portas a mostrar o gráfico fazia um novo a começar no nº 21 e nós éramos os do topo da lista.
Um local ainda melhor é o que indico a seguir. Mostra quem deve a quem e as dívidas por habitante.
Alegria e tristeza ao mesmo tempo! A Grécia deve a Porugal. (Pagará?).
www.bbc.co.uk/news/business-15748696
(Cliquem no nome do país)
Coisas que as pessoas não pecebem. A França deve aos Estados Unidos e os Estados Unidos devem à França, etc.. Porque não fazem um encontro de dívidas? (Claro que são entidades diferentes dentro de cada país, bancos, etc.)
Isto ainda acaba com um: "Chamem a polícia que eu não pago".
O grupo hoteleiro Accor, proprietário do Sofitel, denunciou a difusão de partes das imagens de videovigilância da unidade, defendendo que "expõem inutilmente os membros da equipa" do hotel "à curiosidade mediática".
Recorde-se que o grupo Accor é de origem francesa, e Kahn ia ser candidato à presidência da República francesa.
Não sei quem tem razão, mas mandam os princípios básicos da justiça que temos de ouvir as razões de ambos os lados. Já tínhamos ouvido as da guineense, agora devemos pensar neste video. Recorde-se que Strauss Kahn admitui ter-se deitado com a mulher guineense, mas daí a violação vai uma grande diferença (a diferença entre o ser vítima e o ser isco).Ministro da Economia leva "tareia" de deputado (vídeo)
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/ministro-da-eco
Não sei se o Sr. Ministro tem razão ou não. Que estava bem enfiado, estava.
O que eu tenho a certeza e já fiz as contas, é que no meu caso particular custaria mais caro deslocar-me em transportes públicos de Carcavelos para a alta de Lisboa do que ir todos os dias no meu automóvel. Isto só contando os tais custos de exploração. Num caso as despesas dos salários dos maquinistas e revisores, electricidade, versos custo dos bilhetes, em comparação com os meus custos de portagens e gasóleo (já que eu não cobro nada a mim mesmo para conduzir). Isto é incompreensível. A diferença é bem grande. Mesmo que tire o passe os custos ficam semelhantes, mas o conforto é completamente diferente. Estamos a comparar 30 minutos de carro porta porta com 1 hora e meia com três mudanças: de autocarro; comboio; metro; e a pé (sujeito a frio, esperas, chuva). Por isso é que há tanto trânsito e cada vez mais. Menos gente nos transportes, menos receita, etc., espiral negativa até destruição dos transportes públicos. Somos ricos, todos têm ou querem um carro.
(adaptado de anónimo na internet)
1º - Ninguém é completamente inútil ... , ao menos serve de mau exemplo.
2º - Se não é parte da solução ao menos é parte do problema.
3º - Errar é humano, mas achar em quem colocar a culpa é mais Humano ainda.
4º - O importante não é saber, mas ter o telefone de quem sabe.
5º - Quem sabe, sabe. Quem não sabe é chefe!
6º - Pode ser bom deixar a bebida. Mas o que é importante é lembrar-se onde a deixou.
7º - Existe um mundo melhor, mas é caríssimo.
8º - Trabalhar nunca matou ninguém, mas..., pra quê arriscar ?
9º - Há duas palavras que abrem muitas portas: PUXE e EMPURRE.
10º - Não leve a vida tão a sério, afinal você não sairá vivo dela.
http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?i
A alegria de muitos ao ler o título acaba ao fim de 1/2 segundo.
Não se trata realmente do homem que causou a crise financeira em Portugal, na Grécia, na Irlanda, em Itália, em França, na Espanha, nos Estados Unidos, e que esteve na origem da ameaça de colapso do Euro. Nem é aquele homem que ajudou a sobreviver jornais como o Correio da Manhã, Jornal Sol e Público. Nem quem deu de comer a jornalistas de sarjeta como José Manuel Fernandes, Felícia Cabrita, José António Saraiva, Lima, Crespo, Moura Guedes e deu tema a comentadores de bancada como Marcelo, Marques Mendes, etc., e protagonismo a juízes como Alexandres, Melos, Vidais, Filipes, etc.
O que ajudou a eleger um presidente que teve ganhos de 120 % em negócios duvidosos de acções do BPN.
E para finalizar, aquele que salvou Portas do escândalo dos submarinos e Jardim das dívidas dos túneis inúteis e inacabados.
A falta que ele ainda faz. Esse, que também não é nenhum santinho, ainda anda por cá.
O difícil não é dizer que uma coisa é totalmente negra ou totalmente branca. O difícil, muito difícil mesmo, é classificar os vários tons de cinzento.
Muito fácil é dar opinião, fazer é que é mais difícil.
Genesis
No princípio a Irlanda não era a Grécia.
Depois Portugal não era a Irlanda.
Ao de leve a Espanha não era Portugal.
Um pouco depois a Itália não era a Espanha.
Agora a França não é a Itália.
http://2012.pcf.fr/dessin ver este vídeo
Falta pouco para a Alemanha não ser a França (rir).
Nota: E pensar que tudo isto foi provocado por Sócrates.
Sei que é feio e pode ser muito injusto fazer juízos de valor sobre as outras pessoas. Penso muitas vezes no erro judiciário e na condenação promovida pela comunicação social.
Mas tenho uma boa desculpa para a minha consciência, que é criticar aqueles que criticam facilmente os outros. Os opinadores de bancada tais como João Duque e o irritante Tiago Guerreiro. Estes senhores acham tudo mal o que os outros fazem e "parecem" ter grandes ideias infalíveis que mais ninguém vê ou acredita. Influenciam e envenenam a opinião pública no mau sentido - o da crítica fácil e irresponsável.
Então vejamos o que fazem estes iluminados quando são chamados a mostrar as suas boas ideias.
João Duque foi convidado para liderar o grupo de trabalho do serviço público da RTP.
Logo de início os mais espertos viram que aquilo ia dar buraco e retiraram-se a tempo.
Três demissões no grupo de trabalho do serviço público da RTP
09.11.2011 - 19:05 Por Margarida Gomes
http://www.publico.pt/Media/tres-demisso
O jornalista Francisco Sarsfield Cabral, o jurista João Amaral e a professora universitária Felisbela Lopes demitiram-se do grupo de trabalho para a definição do conceito de serviço público de comunicação social, nomeado pelo governo.
Entre os iluminados ficou o grande José Manuel Fernandes (ex-Público).
Resultado final
O relatório foi descrito pela quase unanimidade dos comentadores e analistas como uma "porcaria" inútil. Até Miguel Relvas que tinha encomendado o trabalho veio dizer que "não concordava com muitas coisas".
Claro, vejam o exemplo de perfeição na página 7:
Os inteligentes nem releram o texto, ou releram?
O Sindicato dos Jornalistas também não gostou do documento e ameaçou processar em tribunal os elementos do Grupo de Trabalho, se não pedirem desculpas públicas por afirmações de falta de isenção em relação ao poder político.
http://www.jornalistas.eu/imprimir.asp?i
Então Sr. João Duque? E agora?
Está-se mesmo haver que é mais fácil fazer comentariozinhos no Plano Inclinado e no Jornal das 9:00 com o companheiro Mário Crespo do que mostrar obra bem feita sem grande alarido!
Mas afinal o processo Face Oculta é sobre o "sucateiro" Godinho e todos os crimes de que poucas ou nenhumas provas aparecem, ou é sobre o negócio da TVI, do controlo da comunicação social, da Moura Guedes e das escutas de Sócrates?
A pouco e pouco vai-se percebendo o que alguns já sabem há muito tempo.
O Face Oculta é um processo político, ornamentado por "grandes burlas" e "prendas" (pães de ló, robalos, etc..) de altos quadros das empresas públicas.
A Face mais Oculta começa a ser a dos senhores procuradores, mas há-de destapar-se a pouco e pouco.
O super juiz mandou para julgamento Contradanças sem uma única prova concreta, apenas porque "poderia no futuro criar condições para cometer um crime".
Ora batatas Srs.. juízes.
Esta semana deixemos a política suja e a palhaçada da justiça dos Alexandres, dos Melos e dos Filipes.
Falemos de saúde, por exemplo citando Hipócrates em vez dos inúteis escritos dos minúsculos e prejudiciais "hipócritas".
Segundo o chamado "pai da medicina" - Hipócrates:
O teu alimento é o teu medicamento.
A afirmação genérica de que o tipo de alimentação que fazemos tem uma influência decisiva na nossa saúde parece em geral não levantar grande controvérsia. No entanto as indicações precisas e concretas do que nos faz bem ou faz mal é que levanta as maiores discussões e onde a medicina científica parece ainda ter muitas dúvidas.
A investigação médica sobre a alimentação
Em todo este assunto parece-me que se misturam interesses económicos grandiosos, como é o da comercialização dos medicamentos. Não posso esquecer que talvez a maior parte de investigação médica seja feita por laboratórios, que são empresas com interesses económicos e sujeitas à ditadura dos conceitos de rentabilidade dos seus investimentos. É fácil compreender que a investigação de um medicamento pode dar proveitos financeiros vultuosos à empresa que detém os direitos. Ora imagine-se que a investigação privada gastasse alguns milhões a estudar os efeitos da boa alimentação para cada tipo de pessoa ou especificamente aconselhada para determinadas doenças. Depois de divulgadas as conclusões a empresa não poderia reclamar direitos sobre a venda de produtos que existem por todo o lado, pois os alimentos não se vendem em farmácias. Conclusão, a empresa tinha prestado um valiosíssimo serviço à humanidade mas tinha feito um péssimo investimento sobe o ponto de vista comercial e os seus responsáveis científicos e financeiros seriam certamente despedidos.
Em conclusão, este tipo de investigação sobre a alimentação deveria caber a organizações estatais ou a Universidades públicas, pois a assistência médica, o absentismo nos empregos, as reformas e todas as comparticipações nas despesas de saúde custam aos governos, a todos nós portanto, rios de dinheiro. Para nosso mal tudo indica que a lógica das empresas fabricantes de medicamentos e investigadores médicos é a de que, quanto mais dinheiro ganharem (vendendo medicamentos), mais têm para investir em investigação. Assim aparecem mais e melhores medicamentos e o ciclo recomeça.
A investigação sobre a alimentação fica para uns curiosos ou para as medicinas alternativas, ayurvedica e outras. Devia caber ao Estado, mas a corrente geral é de que tudo o que vem do Estado é inútil, desnecessário ou até prejudicial. Será?
Coisas que se encontram na internet:
Braz da Silva
Empresário gere um banco 'offshore' em Cabo Verde
por LUÍS REIS RIBEIRO com DAVID DINIS 30 Janeiro 2011
"Banco Fiduciário Internacional (BFI), registado na Cidade da Praia
Valle, Relvas e Maurício são administradores executivos do grupo Finertec, controlado (mas não gerido) por Braz da Silva. O BFI está na lista de entidades credenciadas pelo banco central de Cabo Verde na qual surge o problemático Banco Insular, o veículo que terá permitido ao Banco Português de Negócios "ocultar prejuízos e lucros, financiar empresas do grupo e esconder operações", como revelou há dias um ex-dirigente do BPN".
http://www.dn.pt/desporto/sporting/inter
O que é a finertec?
http://www.finertec.com/organigrama
"A NOSSA MISSÃO
Aproveitar o que o mundo nos dá para o bem de todos.
A nossa Missão é fornecer serviços de qualidade às populações, a partir da exploração e transformação responsável de recursos naturais do nosso planeta e salvaguardando o futuro da Energia e das gerações vindouras.
A FINERTEC é um Grupo económico responsável global e localmente, contribuindo de forma decisiva para a preservação do nosso ecossistema e para o desenvolvimento sustentável das comunidades nos locais onde actua, aos três níveis mais importantes: económico, social e ambiental".
…
Parece mesmo aqueles grupos que não produzem nada de bens úteis e exportáveis. Uma teia para girar dinheiros, conseguir contratos e fugir a responsabilidades e impostos. Pelo menos é o que parece.
13 setembro, 2011
“Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo de Portugal, segundo a reportagem, no Brasil ele tem amigos de peso e portas abertas. A matéria revela que o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e “bons negócios” no país das oportunidades”.
Onde é que tudo isto se parece com o Mundo Cavaquista e com as empresas de Dias Loureiro e de Oliveira e Costa? Até Cabo Verde volta a aparecer neste filme.
Paco Bandeira,
Obrigado por esta excelente lição.
Ouvi hoje na rádio a notícia de que Cavaco Silva se tinha deslocado aos Estados Unidos e que uma das "tarefas" mais importantes era alterar a imagem que os americanos têm dos portugueses.
Não era preciso gastar tanto dinheiro com ele, a D. Maria e a extensa comitiva, bastava enviar esta fotografia.
Mandaram no país durante 10 anos.
10 anos com maioria.
xxxxxxxxxxxx erro xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx João xxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxFilipexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Super xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx juízes xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxz procuradoresxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Carlos xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Filipe xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Alexandrexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Carlos xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxx memória futura xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Alexandre xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxx Carlos xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Filipe xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
suja xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx culpados xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx inocentes xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx instrução xxxxxxxxxxxxxxxxxxx espetáculo xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
expiatório xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
por PEDRO TADEU
Se nos dermos ao trabalho de ler o curriculum profissional de Pedro Passos Coelho, constatamos, para além da vida política, estar lá alguma experiência empresarial com cargos sucessivos de director, administrador e presidente, fundamentalmente em empresas de tratamento de resíduos.
Tratamento de resíduos é um nome modernaço, embrulhado com a fita garrida da defesa do ambiente, para identificar a prosaica recolha de lixo.
Ou seja, o primeiro-ministro é um homem do lixo.
Poderíamos dizer, depois do anúncio do saque ao contribuinte que o próprio fez na televisão para explicar o próximo Orçamento do Estado, que só quem está habituado a fazer um trabalho sujo estaria disposto àquele difícil papel.
É possível pensar que aquele homem sente a redenção da mesma missão visionária do presidente da Câmara de Paris que, no final do século XIX, enfrentou multidões a exigirem manter o direito de deitar no meio da rua o lixo que faziam em casa, em vez de se sujeitarem a um sistema de recolha.
Uma terceira hipótese é a de o País ter acumulado tanta porcaria que só um especialista em lixo será capaz de proceder, com eficácia, à limpeza.
Olhemos, porém, os factos.
Passos Coelho deitou para o lixo a promessa de que não cortaria subsídios de Natal e 13.º mês.
Deitou para o lixo a garantia de que não haveria aumento de impostos.
Deitou para o lixo a insensata redução da taxa social única.
Deitou para o lixo (ou, pelo menos, pôs na reciclagem) os cortes nas gorduras do Estado que beneficiam os poderosos (empresas de capitais públicos de gestão e utilidade suspeita, fundações com objectivos ridículos, autoridades que fingem que regulam, organismos e observatórios inócuos, etc., etc.).
A caminho do lixo, aposto, está também a prometida redução de assessores dos ministérios em 20%.
Tudo o que foi sufragado favoravelmente pelo eleitorado há apenas quatro meses está, já, no lixo.
Diz este gestor de resíduos que encontrou mais porcaria debaixo do tapete, uns três mil milhões de euros em despesas, o que justifica programar a ida de mais meio milhão de pessoas para o desemprego, a ruína de milhares de empresas e a humilhação dos funcionários públicos - "Vão para o lixo".
Diz ainda que não há alternativa...
Há e nada tem de revolucionária. Basta perceber o que se está a passar na Europa e aquilo que até Cavaco Silva, insuspeito de demagogia nesta matéria, tenta explicar há meses.
Mas, é verdade, esse não é trabalho de tratamento de resíduos, é trabalho político complexo.
Isso, o nosso homem do lixo parece não saber ou querer fazer.
Querem saber quanto pagam pela electricidade realmente consumida?
Pois fiquem sabendo que é bastante menos do que o que aparece na fatura, só 28%, o resto são brindes.
|
28.0% |
Energia eléctrica |
|
23.0% |
IVA |
|
22.0% |
Subsídio às Renováveis (eólicas, cogeração, miniprodução, biomassa, etc.) |
|
13.0% |
Compensação aos Operadores (EDP, Gás, etc.) |
|
5.8% |
RTP / RDP |
|
4.2% |
Rendas das linhas aos Municípios |
|
2.8% |
Custos dos reguladores |
|
1.2% |
Harmonização tarifária Açores e Madeira |
Pois em Portugal é mesmo assim. Isto não vem nos DESMITOS do Álvaro. Ele sabe lá o que é energia :-(
Corrigir? Não! É mais fácil tirar os feriados, aumentar meia hora o laser laboral, diminuir as férias, e outros disparates sem grandes consequências para a economia real.
Silogismo: Se todos os blogs dizem mentiras, o Álvaro era um dedicado bloguista, logo o Álvaro é um grande mentiroso.
As voltas que o Mundo dá? Dá uma volta em 24 horas, mas de forma previsível.
Ao contário, certos políticos surpreendem-nos com as suas cambalhotas e voltas de 180 º.
Esta nem dá para acreditar.
Já tinha ouvido na televisão, mas aqui está mais detalhado.
http://sembargo.blogspot.com/2011/10/pas
Dos habituais comentadores iluminados nem uma palavra: Mários Crespos, Marcelos, Marques Mendes, Tiagos Guerreiros, Jornal SOL e Correio da Manhã.
Os jornalistas de sarjeta não vão sair da sarjeta, estes ao menos não mudam de ideias nem de parcialidade.
Tem-se falado das reformas dos políticos e dos seus segundos ordenados.
Saiu um livro onde se descrevem os ganhos de muitos ex-políticos, comparando a sua situação financeira antes e depois de passarem pela política.
Mira Maral aparece entre os grandes beneficiários e eu estou convencido de que foi mesmo muito beneficiado.
Ele diz que não, que só foi prejudicado em ter ido para a política. Furioso escreveu uma carta aberta que circula pela internet.
Eis algumas partes:
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"Exmo. Senhor António Sérgio Azenha,
Estou verdadeiramente chocado com a inclusão do meu nome no livro que acabou de escrever."
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"Infelizmente, a minha reforma não é de 18 000 euros como diz mas sim de 11 000 euros. Se não tivesse ido para a CGD, terme-ia reformado como Administrador do BPI com 10 000 euros, apenas menos 1 000 euros! Como vê, fui mais uma vítima duma especulação e de uma pulhice inqualificável desse senhor Bagão Félix. "
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"Ao contrário do que o inqualificável pulha Bagão Félix diz, a minha reforma, pelos factos que lhe expliquei, não é pornográfica mas serão pornográficas duas situações de dois amigos dele:
1. - A do jovem Paulo Teixeira Pinto que se reformou do BCP aos 49 anos com cerca de 35 000 euros mês (!), tendo recebido de indemnização, ao que dizem, 10 milhões de euros. Só conheceu a banca depois do governo…
2. - A de Vitor Martins, amigo do Bagão Félix que este colocou como Presidente da CGD,
sem nunca antes ter trabalhado num banco, e que saiu de lá ao fim de um ano com 900 mil euros de indemnização, como o DN noticiou na altura!! "
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"Lisboa, 13 de Outubro de 2011
LUÍS MIRA AMARAL"
Zangam-se as comadres, sabem-se as verdades.
Coitado, só acumula 11 000 Euros com o de administrador
do banco BIG. Só!Esta notícia saiu na revista Visão do fim de Agosto de 2011.
Paulo Portas, mais conhecido pelo Paulinho das feiras, está na política há muitos anos depois de ter sido diretor de um jornal de sucesso e professor de uma Universidade. Por onde passou antes da política levantou polémica por suspeita de negócios pouco claros e aproveitamente de dinheiros e automóveis (Jaguar da Universidade Moderna ...).
Depois entrou para a política e continuaram as dúvidas sobre negócios dele e do partido, com dinheiro "ilegal" à mistura. O processo Portucale e a compra dos submarinos (+-1 000 000 000 Euros). Há notícias de contas do partido em Inglaterra e de donativos com nomes falsos (Jacinto Leite Capelo Rego), etc.
Pois este senhor, declarou os seus rendimentos em quatro linhas. Não tem casas, não tem propriedades, não tem ações, nada de património em seu nome a não ser um automóvel e o rendimento anual continua a ser o de um professor universitário.
Aguém acredita que o que ele declarou seja verdade?
Eu não!
http://www.dn.pt/inicio/economia/interio
Não é preciso ter uma grande lata?