Sexta-feira, 27 de Julho de 2007

Aeroportos no meio das cidades? Não obrigado.

Diz o ditado popular. - "Tantas vezes o cântaro vai à fonte, que um dia deixa lá ficar a asa!"
O aeroporto da Portela em Lisboa já deu bastantes avisos.
Alguns dos acontecimentos mais recentes e de maior gravidade:
http://jn.sapo.pt/2007/07/22/lusa/avia%C3%A7%C3%A3o_avi%C3%A3o_brasileiro_240_passage.html

Aviação: Avião brasileiro com 240 passageiros fez aterragem de emergência no Aeroporto da Portela

Lisboa, 22 Jul. 07 (Lusa) - Um avião da companhia aérea brasileira BRA, com 240 pessoas a bordo, fez hoje à tarde uma aterragem de emergência no Aeroporto de Lisboa, disse à Lusa fonte oficial da ANA - Aeroportos de Portugal...

http://dn.sapo.pt/2004/11/20/sociedade/autoridades_investigam_aterragem_eme.html

Autoridades investigam aterragem de emergência

Fumo no 'cockpit' no avião da Iberia obriga a paragem forçada na Portela.
  O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves (GPIAA) está a investigar as causas do incidente que obrigou, ontem de madrugada, um avião da Iberia a aterrar de emergência no Aeroporto de Lisboa. A bordo estavam mais de 300 pessoas mas apenas nove ficaram feridas - uma em estado grave. A companhia aérea espanhola também já abriu um inquérito.
   O Airbus 340/600 fazia a ligação entre Madrid e a cidade do México quando houve um alerta de fumo no cockpit...

    Estes casos vieram nas notícias. E outros de que nem se sabe?

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Sábado, 21 de Julho de 2007

Comparação inevitável. Congonhas <=> Portela

      Deu-se um grave acidente com um avião no aeroporto citadino de Congonhas, em São Paulo.  Os políticos e comentadores portugueses tiveram o bom senso de não aproveitarem esta calamidade para fazerem comparações entre o aeroporto de Congonhas e o aeroporto da Portela, em Lisboa. Eu, que não sou político nem comentador, posso fazer as comparações inevitáveis.

  1. Os dois aeroportos estão rodeados por cidade.

  2. As pistas são curtas. A de Congonhas ainda mais curta do que as da Portela.

  3. Congonhas tem uma bomba de gasolina para automóveis na cabeceira da

      pista,  a  Portela tem duas bombas de gasolina no extremo da pista.

  4. Os dois aeroportos têm vias rápidas junto às pistas.

Em São Paulo defendeu-se a ideia Conhonhas mais um. Seja, um aeroporto no centro da cidade e outros mais longe.

Em Lisboa há muitos que reclamam dois aeroportos, Portela mais um.

Será preciso morrerem em Lisboa 200 pessoas para ver o perigo que é a cidade ser sobrevoada de dez em dez minutos,  por aviões a baixa altitude com 60 toneladas de combustível? Não basta ver o que aconteceu no Brasil?

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Situação em Lisboa. Duas bombas de gasolina quase no enfiamento da pista, a pouco mais de 60 metros. Quem terá aprovado esta ideia brilhante? João Soares? O mesmo que defende a permanência da Portela?

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Congonhas. São Paulo. Duas pistas curtas, mas paralelas.

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Portela. Lisboa. Duas pistas mais compridas mas, a cruzarem-se.

Nota: as escalas das duas imagens, tiradas do Google, são as mesmas.

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publicado por eu-calipto às 20:51

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Quarta-feira, 18 de Julho de 2007

Pintor Iraniano

    Este pintor é um génio.  Mostro aqui o que os defensores dos ódios entre os povos tentam esconder. No Irão também há arte e génio artístico. Quem diria.

Iman Maleki

http://www.imanmaleki.com/

 

Biografia de Iman Maleki

ایمان ملکی در بیستم اسفندماه 1354 در تهران متولد شد و از دوران کودکی علاقه زیادی به نقاشی داشت. از 15 سالگی فراگیری نقاشی را تحت نظر اولین و تنها معلم خود استاد مزتضی کاتوزیان - که بزرگترین نقاش واقعگرای ایران است - آغاز نمود. در سال 1374 وارد دانشگاه هنر شد و چهار سال بعد در رشته گرافیک از این دانشگاه فارغ از تحصیل شد. او در سال 1379 ازدواج کرد. در سال 1380 اقدام به تاسیس << آتلیه نقاشی آرا>> و آموزش نقاشی با رعایت ارزشهای سنتی و کلاسیک این هنر نمود.
مهمترین نمایشگاه هایی که او در آنها شرکت داشته عبارتند از:نمایشگاه نقاشان واقعگرای ایران در موزه هنرهای معاصر تهران (1378) و نمایشگاه های گروهی آتلیه کارا: سال 1377 در نگارخانه سبز و 1382 در موزه هنرهای زیبای کاخ سعد آباد.

Ou seja,

Iman Maleki nasceu em 1976 em Teerão. Fascinado pela arte da pintura desde criança, aos 15 anos, começou aprender a pintura sob a orientação do seu primeiro e único professor - Morteza Katouzian - que é o melhor pintor realista do Irão. Em 1999 licenciou-se em design gráfico pela universidade da arte de Teerão. Desde 1998, participou em diversos exposições, acabando por ganhar o prémio William Bouguereau, pintor francês que foi considerado no seu tempo (princípios do século XX), o melhor pintor realista do Mundo.

Algumas pinturas, digo, pinturas:

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clique para ampliar

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clique para ampliar

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Para alguns terá um defeirto fatal  -  não é americano !?

 

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publicado por eu-calipto às 21:47

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Domingo, 8 de Julho de 2007

Pegada ecológica

    A Pegada Ecológica é uma estimativa da quantidade de recursos necessária para produzir, de uma forma continuada, os bens e serviços que consumimos, e absorver ou eliminar todos os resíduos e poluentes que produzimos. Explicado por palavras simples, a pegada ecológica individual será calculada pela área em hectares que uma pessoa necessitaria para produzir os próprios alimentos, para obter água e energia para as suas necessidades, espaço para eliminar os seus lixos, e plantas verdes para capturar a poluição do ar produzido nas nossas actividades, transportes, aquecimento, etc.

 

 Situação actual:

  1. O valor mundial médio da Pegada Ecológica é de 2,9 ha por habitante.
  2. Actualmente a Pegada Ecológica média mundial é 35% maior do que a capacidade de regeneração do planeta.
  3. Ou seja, é necessário mais de 1 ano e de 4 meses para a Terra regenerar o que é utilizado e poluído num único ano.
  4. O planeta em que vivemos já é pequeno demais e os recursos insuficientes para o padrão de vida que temos.

    A pegada Ecológica Média de Portugal é cerca de 4,5 hectares globais por pessoa – duas vezes e meia acima da capacidade média aceitável para o planeta (1,8 hectares por pessoa).

 
  •    Atenção às estatísticas
 

    No fundo, tudo se resume à quantidade de poluição que cada um faz e à quantidade total de pessoas. Se uma única pessoa morando numa área de 10 ha tivesse uma pegada individual de 1 ha , a sua contribuição pessoal seria imensa, mas como era o único em toda a área a situação global era perfeitamente sustentável, porque a média da pegada ecológica seria de 0,1 ha . Pior seria se nessa mesma área de 10 ha houvesse 1000 pessoas (pequena aldeia), pois mesmo que cada uma tivesse uma pegada de “apenas” 0,2 ha , a pegada ecológica do conjunto seria de 200 ha . Portanto, neste último caso estaríamos 111 vezes acima da sustentabilidade do planeta.

 

   As médias são feitas contando com muitas pessoas que estão muito abaixo dos padrões máximos exigidos para a sustentabilidade, e por outras que, embora em menor número, contribuem com quase toda a poluição e consumo excessivo de recursos. As idades influenciam também muito o tamanho da pegada ecológica.

 

 Soluções:

  1. Ou se diminui a população do planeta e continuamos o mesmo nível de consumo e de poluição; ou,
  2. Mantemos a população e diminuímos os impactes negativos; ou,
  3. Aumentamos a população e temos de reduzir enormemente os impactes no ambiente.
  4. "Apertam-se os calos" aqueles que mais contribuem para os desequilíbrios.
 

     Se assim não for, nós ou os nossos descendentes estarão perdidos a longa prazo. Para quem quiser ter uma estimativa da sua pegada ecológica individual é muito  interessante uma consulta à página Internet:

 

http://www.earthday.net/footprint/info.asp?language=portuguese&country=portugal

 

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Veja-se a evolução da pegada ecológica em 40 anos, por região do Mundo.

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   40 anos depois,

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publicado por eu-calipto às 20:18

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Domingo, 1 de Julho de 2007

Heróis dos últimos tempos coloniais

Sá da Bandeira (1795–1876) general e estadista que lutou pela abolição da escravatura.

Silva Porto (1817–1890) – africanista que depois de várias andanças pelo ultramar português se estabeleceu no interior de Angola.

Serpa Pinto (1846-1901) - explorador que fez o reconhecimento do interior Sul de Angola, ao serviço da Sociedade de Geografia de Lisboa, tentando estabelecer a ocupação efectiva sobre os territórios do interior africano, de modo a ser reconhecida internacionalmente a respectiva soberania de Portugal.

Paiva Couceiro (1961–1944) governador de Angola.

... outros,

 000523zt  Selo de correio.

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Monumento a Norton de Matos em Nova Lisboa (hoje Huambo), rodeado por quatro estátuas representando as suas melhores virtudes.

Norton de Matos

     Falemos esta semana mais detalhadamente do general Norton de Matos (nome hoje conhecido de muitos, apenas por ser o de uma importante avenida de Lisboa a - Segunda Circular).

        José Mendes Ribeiro Norton de Matos, nascido em Ponte de Lima em 1867 e falecido também em Ponte de Lima em 1955, foi por duas vezes governador de Angola, a primeira entre 1912 e 1915 e a segunda entre 1921 e 1923.

    Norton de Matos, promovido a General por distinção, (depois de exonerado acintosamente de oficial do exército, acusado de deserção por Sidónio Pais, simpatizante germanófilo), foi então eleito pelo Senado como Alto-Comissário para Angola. Dotado de poderes legislativos e administrativos, mas lutando sempre, contra as forças mais retrógradas instaladas no Terreiro do Paço e territórios vizinhos, tomou posse para o segundo mandato, em Luanda, na residência oficial, em 16 de Abril de 1921, para dar início a um dos períodos de maior desenvolvimento e progresso da Província, dando continuidade ao programa que traçara durante o seu primeiro governo e introduzindo reformas que se perpetuaram pelos anos fora e permaneceram até à independência do território.

Todos os governadores de Angola do fim do século IXX e princípios do século XX que pretendessem fazer algo de positivo para o desenvolvimento do território tiveram uma permanência curta no poder, pois segundo as regras e estratégia da época, não era para isso que os mandavam para as colónias. Infelizmente isto aconteceu nomeadamente com os governadores: general Norton de Matos; António Vicente Ferreira; capitão Henrique Mitchel de Paiva Couceiro; major Manuel Maria Coelho; e outros.

O Governador-Geral Norton de Matos passou como um vendaval por Angola, nos anos que precederam a primeira grande guerra mundial, pondo fim à ocupação militar e iniciando a administração civil, demolindo e implantando novas estruturas, produzindo alguns fortes abanões na administração do território – os primeiros que se davam em Angola – os quais visavam a resolução dos constrangimentos ou a anulação dos interesses que as autoridades, industriais e comerciantes todos combinados e comodamente instalados na Praça do Comércio ou/e na “Baixa Lisboeta”, defendiam com quantas unhas e dentes possuíam. A larga visão desse Homem de Estado não pactuava com essas mentalidades mesquinhas e entendia que as Províncias Ultramarinas só poderiam desenvolver-se se os responsáveis pela sua administração pudessem dar resolução atempada aos problemas que afligiam os seus habitantes e impediam o normal desenvolvimento desses territórios. Norton de Matos ao desembarcar em Luanda, pela primeira vez, anunciou logo ao que vinha. O seu discurso de posse desenvolveu-se sob o tema: «Ordem e Progresso – tudo se contém nisto; respeito pela lei, justiça em tudo e todos, uma grande disciplina em todos os serviços, o mais inflexível rigor na repressão de todos os abusos, corrupções ou desonestidades, a mais severa fiscalização na administração dos dinheiros públicos, o mais franco auxílio a todas as iniciativas fecundas, uma decidida e eficaz protecção a todos os que dela careçam».

Foi no seu primeiro governo que se olhou para os problemas da agricultura e da pecuária coloniais de uma forma diferente, como factores eminentemente responsáveis pelo bem-estar físico e material dos seus habitantes (Mendes, 2000b).

Os Altos Comissários tinham poderes legislativos e administrativos que podiam usar, desde que não fossem contrários às ordens emanadas do Governo Central.

Obrigado, por força das circunstâncias a combater em várias frentes, Norton de Matos acabou por ser vencido pelas mesmas forças políticas que em Portugal se digladiavam, mas seu nome ficou na história enquanto que os dos outros, dos que se lhe opunham, há muito foram esquecidos…

     Fonte: Texto retirado em partes do documento “História dos Serviços Veterinários de Angola – Os primeiros anos”, da autoria de António Martins Mendes.

>

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Vicente Ferreira, alto comissário de Angola entre 1926 e 1928, entre outras coisas, deu impulso à construção um grande Laboratório de Patologia Veterinária, consolidando a existência de duas Estações Zootécnicas, doze Delegações de Sanidade Pecuária e contando já com 15 médicos-veterinários, com menos de 40 anos de idade e mais de 5 anos de permanência na Colónia.

O Alto Comissário, António Vicente Ferreira é mais conhecido por, fascinado pelas características do meio geográfico onde se localizava a cidade do Huambo, que Norton de Matos fundara em plena savana africana, mas que se mostrava poucos anos depois já pujante de vida e em pleno desenvolvimento, transferir para ela a capital de Angola especificando porém que «…até que se realize a mudança, a sede do Governo-Geral con­tinua na cidade de Luanda…» (Ferreira, 1926). Essa transferência porém nunca se concretizou e mesmo a sua elevação a sede de distrito demorou algumas dezenas de anos, embora fosse de toda a justiça pois o Huambo constitui «…uma unidade geográfica perfeita, quaisquer que sejam os aspectos por que seja encarada: geológico, orográfico, climático, agrícola ou populacional» (Pinto, 1955). 15 RPCV (2003) 98 (545) 11-18 Mendes, A. M.

    Enquanto que uns afirmam que estas figuras contribuíram positivamente para a história portuguesa no Mundo, outros dirão que contribuíram para a aculturação dos povos nativos. A única certeza é a de que se não tivessem sido os portugueses a ocupar esses território seriam outros, certamente menos tolerantes para os naturais do que nós portugueses fomos, que em vez de falarem português mais de 20 milhões de pessoas em África, falariam hoje inglês ou francês.

    Coincidência, tributo ou propaganda, o certo é que os heróis portugueses em África tiveram quase todos direito a nomes de novas cidades, avenidas e praças nas antigas colónias, principalmente em Angola e Moçambique, mas muito poucos no território Europeu.

   A mim parece-me que já não há heróis, ou não se cultivam heróis, poucos mereceriam ser heróis, e líderes que lideram, há muito pouco.

   O Mundo mudou. Actualmente cultiva-se mais a inveja e a intriga a qualquer preço.


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  Local do monumento a Norton de Matos em 2006.


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             Local do monumento a Vicente Ferreira em 2005.

   00054hx9

   Local onde estão as estátuas removidas, furadas de balas,

   mas não destruídas das figuras citadas, num "jardim" do Huambo, em 2005.

publicado por eu-calipto às 00:39

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