Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2014

País irracional ou de pançudos?

Há pelo menos um país no Mundo onde a lógica e a racionalidade parecem não funcionar, onde os economistas parecem não perceber nada de economia e onde os políticos são os mais irresponsáveis, ignorantes e estúpidos dos cidadãos.

Veja o exemplo de Portugal e dos transportes.

Os transportes públicos nas cidades são os autocarros, os comboios e o metropolitano. Nestes transportes um só motorista ou condutor transporta mais de 500 pessoas, andam quase cheios às horas de ponta. Há uns poucos fiscais, mas a maior parte das tarefas de controlo de entradas e venda de bilhetes é feita por máquinas automáticas que se pagam em poucos meses. Resultado: Os transportes públicos dão prejuízos monstruosos.

Em alternativa aos transportes públicos há as viaturas particulares. Às horas de ponta andam quase todos com um único passageiro, transportando consigo mais de uma tonelada de ferro, alumínio, poluentes, vidros, plásticos.

Custos

Uma pessoa que viva nos arredores de uma cidade como Lisboa gasta cerca de 100 Euros por mês se tiver um passe social.

Se for de automóvel próprio gasta em combustível cerca de 80 Euros por mês.

Mesmo assim, as empresas de transportes dão prejuízo.

Que país é este onde fazer-se transportar com uma tonelada de ferro é mais barato do que um transporte público onde as pessoas vão todas amontoadas?

As linhas férreas custam muito dinheiro. E as estradas e viadutos são baratos?

Os comboios e autocarros são muito caros. Então e os automóveis aos milhares são baratos? Quanto tempo de vida útil tem uma carruagem de comboio (30 ou mais anos)  e quanto tempo dura um automóvel (10 anos)?

Ora os comboios têm custos elevados de consumo de energia energia. E os automóveis mais poluentes e menos eficientes, gastando energia totalmente importada, são mais económicos?

Que economistas são estes a fazer contas dos preços dos bilhetes?

Que políticos são estes e que conhecimentos têm da protecção do ambiente e da sustentabilidade.

Que país é este? Existe?

Resposta: Sim. É Portugal.

Como? Como? Como é possível?

Estamos no bom caminho em direção à Guiné-Bissau. Lá também já não há (nunca houve?) transportes públicos, para além dos taxis. Também os taxis cá são cada vez mais carros velhos a cair aos bocados e os taxistas, cada vez mais, pessoas que metem medo e vigaristas sem educação.

Cá os transportes públicos são cada vez mais para os marginais das grandes cidades, para as populações pobres e para os jovens sem dinheiro para carro. Cada vez é mais perigoso entrar num comboio, sobretudo a certas horas. Os comboios com grafitis, sujos, com falhas frequentes de horário e greves, afastam as pessoas de bem da classe média, que preferem comprar um carrinho velho a deitar bolas de fumo e mau cheiro de poluição.

E há quem ache que estamos melhor!

publicado por Eu mesmo às 23:26

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Quarta-feira, 1 de Janeiro de 2014

Bom ano para uns e mau ano para outros

Bom ano de 2014, com saúde, emprego e poucos cortes (só para as pessoas boas)

Infelizmente a crise quando chega não é para todos. Não é como o Sol, que quando nasce é mesmo para todos.

A electricidade vai aumentar 2,8 % quando a inflação prevista é de 1 % e os salários diminuem até 5 %.

Bom, mas se a electricidade aumenta deixemos de ter fogões e aquecedores electricos e passemos para gás.

Azar dos azares. O gás também vai aumentar 2,8 %.

Coincidência?

Nestas coisas não há coincidências. Tanto a electricidade como o gás são comercializados em exclusivo por uma única empresa – a EDP do Sr. Mexia.

Está bem. Se eles aumentam é porque a empresa deve estar a dar prejuízo.

Nada disto! A EDP foi uma das empresas que teve maiores lucros em Portugal e o preço da electricidade é dos mais caros da Europa.

Então porque alimentamos estes pançudos?

Resposta: -Porque não temos alternativa! São os mesmos a vender a electricidade e o gás. Monopólio exclusivo.

Além do mais têm de dar um ordenado de  45 000 Euros por mês ao Sr. Catroga (ainda acumula com a pensão), que pouco ou nada mais faz do que mandar bitaites. http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=2230990&especial=Revistas%20de%20Imprensa&seccao=TV%20e%20MEDIA

Votos de um péssimo ano de 2014 e de grandes dores de barriga para o Sr. Mexia e para quem lhe dá apoio político.

publicado por Eu mesmo às 19:40

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Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013

Aguentar a crise a rir (dos outros)

Para aqueles que ainda pensam que denunciar a colocação de boys em bons empregos no governo neste período de crise para os outros é invenção dos opositores políticos e da comunicação social.
Isto vem no Diário da República 2.ª série — N.º 221 — 14 de novembro de 2013

 Confirmar neste link se necessário:

http://dre.pt/pdf2sdip/2013/11/221000000/3349633496.pdf

 

O Sr. tem 29 anos e a experiência profissional de um ano de dois meses.

Nomeado "técnico-especialista", em transportes...

E os professores das Universidades públicas e do Laboratório de Engenharia Civil? Servem para quê?

 

Obra de Sérgio Monteiro.

 

Aquele que acusa o governo anterior de ter feito as parcerias Públicas Privadas ruinosas, mas era ele a defender os interesses de um sindicato de bancos, durante as assinaturas desses contratos.

Um escândalo.

Divulgue-se.

publicado por Eu mesmo às 22:50

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Sábado, 14 de Dezembro de 2013

Estaroleiros de Viana do Castelo

Não tenho opinião sobre o que fazer com estaleiros que dão prejuízo há muitos anos.

Parece que uma grande parte dos técnicos superiores e administradores têm sofrido de alguma inexperiência e falta de competência na engenharia naval.

Sei que o navio Atlântida tem graves erros de projeto. Primeiro foram os ruídos além do aceitável, depois a falta de estabilidade. Os açorianos fugiram com a boa desculpa de não ser atingida a velocidade estabelecida no contrato. Fizeram bem.

O navio tem muito peso acima de água. Uma entre muitas coisas foram instalações de luxo nos últimos andares. Para resolver o problema já foi adicionada lastro, o que tornou o navio muito pesado. Uns clientes saíram da barra do Tejo para experimentar o navio. À velocidade máxima pediram ao comandante para virar o leme totalmente para um dos lados. Foi um susto - o navio inclinou-se perigosamente. A resposta foi logo: - "Shit", vamos já de volta para Lisboa, antes que esta porcaria ...

O estaleiro precisava de uma competente direção técnica e talvez de despedir alguns malfeitores internos. Era preciso fazer algum "sangue".

Como as soluções boas são quase sempre as mais difíceis e quem as toma tem de ter inteligência, uma vez mais foi-se pelo caminho simplista da estupidez.

Despedem-se todos os 600 trabalhadores e encomenda-se a notícia que vão ser criados 400 novos postos de trabalho.

Depois a comunicação social descobriu, e um membro da Martifer confirmou na Assembleia da República, que poderá admitir apenas 120 trabalhadores. O que pouca gente sabe é que no contrato assinado se fala em criar de 40 a 120 novos postos de trabalho (120 é portanto apenas o limite mais otimista).

Agora vamos ver a pechincha do negócio para a Martifer.

Área dos estaleiros  - 245 000 m2, com todo o equipamento e existências.

Renda anual a ser paga pela Marifer - 415 000 Euros.

Isto dá 0,14 Euros por metro quadrado por mês.

Seja, se um apartamento de 75 m2 fosse alugado por este preço daria uma renda mensal de 10,6 Euros.

Se isto não é um negócio da China o que é? Uma pechincha!

Mais valia darem o estaleiro a um grupo de sem abrigo ou a uma associação de escoteiros.

publicado por Eu mesmo às 22:42

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Sexta-feira, 6 de Dezembro de 2013

Perdoa-me

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=180762&tm=6&layout=122&visual=61

Portugal perdoa dívida a Moçambique

01 Jul, 2008, 20:43

Portugal formalizou o perdão de dívida a Moçambique, avaliada em 249 milhões de euros.

02-07-2008 às 09:57

 

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=338823

Portugal perdoa dívida a Moçambique e S. Tomé e Princípe

O Governo perdoou a dívida de Moçambique a Portugal, num total de 249,5 milhões de euros, e já anunciou que pretende fazer o mesmo, «muito em breve», relativamente a São Tomé e Princípe.

Segundo avança a Rádio Renascença, a notícia foi confirmada pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, a partir de Maputo.


Argélia perdoa dívida a Moçambique e outros 13 países africanos

Terça, 11 Junho 2013 00:00 Redação

Dívida Moçambique-Argélia

A Argélia anunciou que perdoou 690 milhões de euros de dívida de 14 países africanos, entre os quais Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau, dando assim continuidade a uma prática que tem sido comum, nos últimos anos, no país liderado por Abdelaziz Bouteflika.

publicado por Eu mesmo às 14:49

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Quarta-feira, 4 de Dezembro de 2013

Dívida ou dúvida?

Fala-se tanto na dívida, nas dívidas de uns países a outros, nos juros, nos empréstimos, nas contrapartidas, nisto e naquilo.

Dizem os bancos e os mercados, que Portugal deve isto e aquilo, mais os juros, mais as multas da Comissão Europeia.

Pois as contas são sempre feitas pelos credores, seja, pelos que têm mais poder e dinheiro.

O difícil é distinguir o que é justo e verdade, da contra-informação e do jornalismo de sarjeta.

Há um bom exemplo da manipulação feita por quem manda.

Portugal faz agora o papel do menino chorão, mas voltemos um pouco ao passado.

Angola e Moçambique eram colónias portuguesas. A partir de lá eram exploradas e exportados muitos produtos agrícolas e matérias-primas. Angola e Moçambique deviam muito dinheiro a Portugal. As exportações dos minérios, dos diamantes, do café e do caju, etc., eram sempre exportações de Lisboa, mas os gastos em compras de vinho, maquinaria velha, despesas de guerra, estradas, etc., eram sempre despesas das colónias. O dinheiro era diferente para não poder haver transferências.

Tinha de haver a tal dívida.

Mesmo assim Salazar amealhou muito, mas muito dinheiro e nem queria ouvir falar em independências, nem para os negros nem para os brancos. Angola era Portugal e ponto final (lembram-se da música "Angola é nossa").

Outro exemplo da história era a escravatura. Os escravos trabalhavam quase de graça para os seus senhores, mas feitas as contas por estes, os escravos estavam sempre em dívida para com os senhores. Era a alimentação, era a roupa, era o abrigo, era a educação e a saúde, tudo servia...

Quem define quem deve a quem? É quem decide o preço das coisas.

Ao desvalorizar o trabalho, este governo, a Miss. Sawps, o Durão Burroso e a Sra. Merkel e companhia limitada, querem que toda a gente lhes fique em dívida.

É o capitalismo selvagem no seu pior.

Podemos acreditar em tudo o que vem nos jornais, ou em tudo o que dizem os políticos e os comentadores?

Não, não podemos!

Oiçamos aqueles que já nada têm a ganhar ou a perder com a politiquice (Lobo Antunes, Pacheco Pereira, Soromenho Marques, Bagão Félix, tantos outros ...).

"Não me sinto obrigado a acreditar em um Deus que nos dotou de sentidos, razão e intelecto e pretenda que não os utilizemos" (Galileu Galilei)

Muito menos podemos acreditar nos estarolas que nos governam e que querem fazer de todos nós estúpidos.

Exemplo: Despedem 600 trabalhadores dos estaleiros de Viana do Castelo, com a hipótese remota de virem a readmitir 400. Anúncio de Aguiar Branco : "Criámos 400 novos postos de trabalho!".

(A guiar branco - só um bêbado a conduzir poderia dizer isto).

publicado por Eu mesmo às 14:04

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Sábado, 30 de Novembro de 2013

Incompetência dos estarolas

Inacretitável se não for visto que é verdade.

Recebi uma mensagem das finanças para pagar o IMI no dia 29 de novembro, enviado às 18:57 com prazo de pagamento para o dia seguinte dia 30 de novembro, seja, um pouco mais de 24 horas, a um sábado.

Mas tinham enviado por correio a nota de cobrança em papel como habitual? Nada de nada.

Mas a mensagem de correio tinha toda a informação? Não.

Era preciso ir à página das finanças, procurar nos confusos menus e depois imprimir na nossa impressora, para saber a referência de pagamentos ao Estado e depois ir ao multibanco.

É assim que estão a funcionar os serviços de finanças da Srª Swaps.

Dá raiva não dá? Não contra os funcionários em concreto, mas para o sistema e seus dirigentes que acham que tudo está bem, portanto nada fazem para melhorar.

É a caça à multa ou a maior das incompetências, ou seja uma desorganização organizada.

Ainda têm o descaramento de dar um número de telefone para ligar à noite de sexta-feira ou no sábado (vejam o calendário, 29 e 30 de novembro de 2013).

publicado por Eu mesmo às 20:40

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Sábado, 9 de Novembro de 2013

Ironia do destino

Tudo o que temíamos que viesse do comunismo, como seja:

  - Ficarmos sem o nosso dinheiro e sem a nossa casa;

  - Trabalharmos de Sol a Sol com um salário miserável;

  - Quem não concordar e tem opinião diferente é perseguido com acusações inventadas e vê o seu nome exposto na praça pública;

  - Só os amigos de quem está no poder têm acesso aos bons empregos e é protegido:

  - Ser psicologicamente intoxicado com uma comunicação social dependente do sistema:

Tudo isto nos está a ser servido na bandeja do capitalismo selvagem.

Quem ficou a ganhar?

    No comunismo - os magnatas do petróleo e do armamento;

    No capitalismo - os magnatas das energias, das comunicações

    e do armamento.

Quem manda?

   No comunismo - a oligarquia vinda do poder militar anterior.

   No capitalismo - a oligarquia vinda dos bancos.


publicado por Eu mesmo às 19:57

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Quinta-feira, 10 de Outubro de 2013

Mercados ou ganância, oportunismo, agiotagem, ...

Toda a gente parece acreditar na justeza, qualidades morais e justiça perfeita, bom senso e equilíbrio dos mercados.

O mito de que os mercados não se enganam e não têm más intensões, está por provar.

Só por uma questão de fé se pode acreditar sem reflexão que os mercados são uma resposta justa e ajustada à realidade provocada por nós próprios, ou que nós nos pusemos a jeito para acontecer.

Vamos fazer um exercício mental seguinte:

Os mercados cobram juros baixos aos países de onde eles têm a garantia de receber o retorno dos empréstimos.

Quando os países têm reputação de seriedade duvidosa, os mercados cobram juros mais elevados, tanto mais elevados quanto maior for o risco de incumprimento.

Na tal suposição de os mercados serem inteligentes, justos e perfeitos, esses juros elevados são para compensar as perdas potenciais. Para o caso de não receberem a totalidade, eles devem assegurar maior lucro ajustado para compensar o risco e as perdas.

Se são realmente inteligentes e justos, calculam os valores em função das perdas que possam ocorrer de modo a não ficarem prejudicados.

Mas então, agora é que surgem as minhas dúvidas, se um país vier a cumprir totalmente os seus compromissos, acaba por devolver tudo o que pediu aos mercados, dando-lhe um lucro que eles nunca teriam com empréstimos seguros. Um excelente negócio para os mercados que pouco lucram com os países "sérios".

Aqui é que acho que começa a injustiça.

Se os devedores mais frágeis cumprirem, os mercados só deviam ficar com um lucro justo e não com lucro chamado especulativo, agiotagem, roubo.

Conclusão

Se as contas estão feitas para os mercados não perderem quando a dívida não é paga na totalidade, então não deve ser paga na totalidade.

A não ser que os juros demasiado elevados sejam para atingir outros fins, como sejam, obrigar os que pedem emprestado a pedir menos quantidade, pois não quero acreditar que seja por razões de castigo ou de aproveitamento das necessidades e fragilidades de quem tem de pedir.

Se a resposta for para limitar quem tem necessidade de pedir a não pedir muito, então bastaria definir uma regra de ninguém emprestar mais do que um certo valor.

Aliás é o que eu faço. Se um amigo me pede dinheiro emprestado, mas eu percebo, pela elevada quantia, que nunca me vai pagar, sendo amigo dele prefiro dizer-lhe que não empresto o que me pede, mas que lhe dou uma quantia inferior que me seja possível nunca receber. Assim mantenho o amigo, pois é uma certeza absoluta que se emprestarmos a quem nunca nos vai pagar, perdemos o dinheiro e o amigo.

publicado por Eu mesmo às 08:48

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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013

Limitação de mandatos

A razão pela qual e lei de limitação de mandatos devia mesmo ser a interrupção de mandato, fosse em que local fosse, é a mesma desta história antiga, supostamente passada na Marinha inglesa no século VII.

Navegavam há meses, e os marinheiros não tomavam banho nem trocavam de roupa, o que não era novidade na Marinha Mercante Britânica para a época.

O problema é que o navio cheirava horrivelmente mal.

O Capitão chama o Imediato e diz:

- Mr. Simpson, o navio cheira mal, mande os homens trocarem de roupa!

Responde o Imediato:

- Yes, Sir..., partindo de imediato a reunir os seus homens:

- Sailors, o Capitão está a queixar-se do fedor a bordo e manda que todos troquem de roupa. - David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan... e assim prosseguiu.

Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao Capitão e diz:

- Sir, todos já trocaram de roupa.

O Capitão, visivelmente aliviado, manda então prosseguir a viagem...

Infelizmente para nós, o problema em Portugal é o terrível mau cheiro destes políticos que temos.

publicado por Eu mesmo às 23:28

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Domingo, 8 de Setembro de 2013

Mais um bói? Mas que grande bói.

Na sexta-feira o canal de televisão SIC Notícias, no programa Expresso da Meia Noite,  deu um interessante debate sobre os incêndios e sobre as florestas e política florestal.

Estava presente o novo Secretário de Estado das Florestas o Senhor Doutor Francisco Gomes da Silva. Este senhor foi escolhido pela Ministra da Agricultura Assunção Cristas em substituição do anterior Secretário do queijo Limiano - o Engº Daniel Campelo.

O novo Sec. Est. deu-me uma péssima impressão como pessoa. Não sei se é um técnico competente na sua área, mas a sua reação com a jornalista do Público foi lamentável.

O Jornal Público e a sua jornalista Mariana Oliveira têm feito um trabalho meritório de boa informação sobre as formas de proteção das florestas contra os fogos, com esquemas simples e resumos da legislação em vigor. Este trabalho é precisamente aquilo que o Governo devia fazer e não faz.

Mas a jornalista deu também informação sobre um novo decreto-lei que permite a plantação de árvores sem necessidade de autorização se a área for inferior a 2 hectares (Artigo 1 alínea a) ..., Inferior a 2 ha, não mudar de espécie, incêndio há mais de 10 anos, ou estar anteriormente mato). A jornalista terá afirmado num artigo que isto vai abrir a porta à proliferação de eucaliptos, que em plantação não cuidada e desordenada é uma das piores espécies para propagação de incêndios.

O Secretário de Estado, numa atitude de grande irritação e má educação, perguntou várias vezes à jornalista "Mas onde é que está escrito na legislação que se vão plantar eucaliptos? Onde está a palavra eucalipto? A senhora jornalista não leu o Decreto-Lei. Eu dou-lhe já esta cópia do DL." A jornalista disse educadamente que tinha lido e legislação e que a tinha no computador. O Sec. Est. insistiu que ela não sabia o que estava na legislação, porque não falava em eucaliptos.

Ver artigo 5º Decreto-Lei nº 96/2013

http://dre.pt/pdf1sdip/2013/07/13800/0421504220.pdf

Ora agora falo eu. Mas o Senhor Secretário de Estado quer enganar quem? Pode não estar escrito que se permitem plantar eucaliptos, mas se se deixa plantar o que se quiser, bastando dar uma informação do que se plantou à Autoridade Florestal, o que é que as pessoas vão plantar? Coqueiros ou poilão?

Está na "cara" que os pequenos proprietários vão plantar aquilo que pode dar algum lucro ao fim de 12 anos. Aliás, esta legislação vem em resposta ao "lobby" das papeleiras que já andavam há algum tempo a dizer que não havia matéria-prima suficiente para a produção de pasta de papel.

Em conclusão

Partindo daquele velho princípio de que só há uma possibilidade de causar uma "primeira boa impressão", o Senhor Secretário de Estado pode ser muito competente, mas para mim e muita gente, perdeu a oportunidade de causar uma primeira boa impressão.

Portanto dedico-lhe estas fotos ratipuladas:

A realidade pode parecer alterada, dependendo do modo como olhamos para ela.

Raticulada = manipulada com rato.

publicado por Eu mesmo às 23:11

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Sábado, 17 de Agosto de 2013

Grandes navios para Sines

Não sou especialista neste assunto, mas não custa nada aprender.

A internet sempre vai funcionando como uma grande enciclopédia, para o bem e para o mal.

Ora vejam como se medem os tamanhos dos navios:

Nota:

O Álvaro não sabia nada destas coisas. No Canadá - "lá não dá" - internet.

Agora já tem mais tempo para se informar, após as férias forçadas.

publicado por Eu mesmo às 21:06

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Sexta-feira, 16 de Agosto de 2013

Porto de Sines

Tanta ignorância dos nossos políticos e comunicação social. Andámos dois anos a ouvir o Álvaro a dizer que queria fazer uma linha de alta velocidade de mercadorias para transportar contentores para o centro da Europa. Depois era o "UB" para a península ibérica, depois deixou-se de ouvir falar no assunto, depois do depois, o Álvaro foi-se.

Sines era o Porto de águas profundas na costa atlântica, Sines era a entrada da Europa, etc., etc., etc., e outros blás blás.

Estou em Sines neste momento a olhar para o Porto. Cabem no máximo dois navios de contentores de tamanho médio e um de tamanho super grande. No Porto de Leixões atraca um navio dos tais grandes e no Porto de Lisboa talvez uns quatro. Isto só para falar em Portugal.

Se dermos uma espreitadela aos portos de Roterdão ou Hamburgo vão ver a diferença. O porto de Roterdão é um Mundo, mas para grandes navios de contentores talvez caibam uns sete. Toda a gente pode confirmar através de uma imagem do Google Maps.

Com o tamnho deste só cabe um.


Conclusão.

O porto de Sines é ainda uma criança, digo mesmo um bébé.  Pode ainda vir a ser um adulto saudável e com qualidades, mas para já ainda precisa de comer muita papa.

O nosso inesquecível desministro da economia - o simplesmente Álvaro - não sabia mesmo do que estava a falar.

Um porto de águas profundas para a "Europa" só na cabacinha dele. Uma linha de mercadorias de alta velocidade para a "Europa" só para nos fazer rir.

No entanto, os bons comentadores, o primeiro-ministro, o presidente da República, etc., toda esta gente engoliu a piada sem ter de beber um copo de água bem gelada a seguir.

Bastava terem um pouco de curiosidade e terem ido procurar informação.

O porto de Sines pode ser um grande porto para os super navios, mas estamos na ponta da Europa. Para além disto seria necessário passar os contentores dos super navios para outros mais pequenos. Não há espaço para isto. Para tal seria ainda necessário comer muito pão.

Como esta, muitas outras coisas são vendidas para enganar o povo, e este deixa-se enganar alegremente.

Por estas e por outras é que continuamos a cuspir para o chão, a deitar beatas pela janela do carro, a sujar as paredes com grafites, a levar o cãozinho à rua e deixar lá o "presente" para os outros pisarem, etc.. Mas continuamos a olhar para o umbigo e a pensar que somos os maiores e mais inteligentes.

Bem, todos, todos, não. Ainda há umas “aves raras” que se sabem comportar e mais uns poucos que não são totalmente desprovidos de inteligência, mas perdem aos pontos contra uma maioria imbecil.

publicado por Eu mesmo às 22:33

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Quinta-feira, 1 de Agosto de 2013

Maria Luís Albuquerca

Ou era Mário Luís Albuquerque

ou então

Maria Luísa Albuquerca,

Alguma coisa a senhora fez de mal em pequenina para a castigarem desta maneira, com um nome ambíguo.

Para evitar prosa inventada vou adaptar resumido um texto do O Jumento - http://www.jumento.blogspot.pt/2013/08/a-mentirita.html

"Não se discute se a senhora está à altura ..., a verdade é que a senhora tem uma licenciatura em gestão numa dessas universidades em que o diploma tem desconto no cartão Continente, mais um mestrado em questões monetárias ou, para ser mais preciso, nessa coisa dos derivados, de que a senhora nada sabia nem tinha ouvido falar.
Se a oposição fosse inteligente até teria agradecido a Passos a escolha da Maria Luís, e a Cavaco o facto de lhe ter dado posse entre dois carapaus alimados. Em termos intelectuais esta senhora é uma sombra do Gaspar e se o antecessor errava nas previsões a actual ministra nem as vai conseguir fazer. 
Mas já que é de mentiras que se fala, o mais grave da mentirita da Maria Luís não está na dimensão, na semântica ou na eventual diferença entre o que disse e o que queria dizer, está sim no facto de ter sido um pequeno golpe sujo. A Maria Luís não terá mentido para se defender ou para entreter a populaça, o que fez foi tentar passar a outros responsabilidades que eram suas, e isso é bem mais grave do que mentir.

Mas, por favor, mantenham a Maria Luís no lugar."

publicado por Eu mesmo às 13:17

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Terça-feira, 30 de Julho de 2013

SWAPs = bolo de mel para quem gosta, mas limão azedo para quem detesta

Verdades para todos os gostos.

Os comentadores com simpatias mais próximas do PS dizem que a Ministra mentiu. Disse que nada tinha sido dito sobre SWAPs na transição de governos (nada é nada = coisa nenhuma). Depois a ministra disse que eram complexos, mas como ela própria tinha assinado alguns sabia bem do que se tratava.

Os comentadores desta facção mais pró PS dizem que os SWAPs eram instrumentos normais, mas se assim é não podiam criticar a ministra por os ter feito.

Os simpatizantes e amigos da ministra fazem altos exercícios de contorcionismo a justificar com jogo de palavras que ela não mentiu, porque, na entrega de documentos na mudança de governos, não estava tudo descriminadinho em detalhe.

Os comentadores do lado da ministra dizem que os SWAPs são uma má coisa dos governos do PS. Mas tendo em conta que a ministra assinou alguns durante os governos do PS, então ela fez mal.

Conclusão minha

Todos têm pés de barro, mas, enquanto os responsáveis do PS já foram castigados nas eleições e nada podem agora fazer para corrigir os erros, a ministra ainda está em funções e se não temos confiança que ela seja uma pessoa de bem não a queremos lá.

Só pelas confusões que a ministra Albuquerca tem criado e gerido pessimamente, já seriam motivos suficientes para ser corrida por indecente e má figura.

publicado por Eu mesmo às 23:37

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Quinta-feira, 18 de Julho de 2013

Globalização, livre comércio e outras tretas ...

A globalização parece uma coisa boa porque permite, em teoria, os países mais pequenos e atrasados terem os mesmos direitos comerciais dos grandes tubarões. Na verdade nada disto é assim. Os pequenos continuam sem poder e sem direitos e os grandes decidem tudo o querem a seu favor. Os pequenos países não podem impedir a entrada de produtos dos grandes países, automóveis, telemóveis, vestuário de marca, etc., mesmo que não tenham dinheiro para pagar. Tudo por causa dos acordos de livre comércio. Quando não há dinheiro para pagar os bancos emprestam e depois paga-se com juros.

Para se perceber melhor compare-se um país pequeno e sem dinheiro com um jovem dependente dos paizinhos. O jovem quer gastar o dinheiro que não tem para ir à discoteca e comprar roupa de marca. Antes da "globalização" os pais diziam ao jovem: - Não há dinheiro não podes comprar o que queres. Paciência. Mas com a globalização os pais não podem proibir o jovem de satisfazer o seu desejo de gastar, porque a lei do "livre comércio" não permite impedir a venda/compra de produtos. Se não há dinheiro os pais do jovem têm de empenhar a casa e o carrinho. Mais tarde vão mesmo perder tudo o que tinham amealhado.

Tudo em nome do comércio e livre circulação de bens. Os jovens aprenderam depressa as regras internacionais. Agora já não pedem nem perguntam se há dinheiro - exigem.

Viva a globalização. Vivam as dívidas impagáveis. Não ao proteccionismo. Por estas e por outras os ricos são cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Os bancos ganham milhões.

Infelizmente Portugal está no grupo dos pobres que não têm dinheiro mas que são "obrigados" a endividar-se para comprar artigos dos países ricos. Limitar as fronteiras? Não podemos fazer porque é contara as leis internacionais.

Imperdir importação de produtos desnecessários? Nem pensar!

Se não cumprimos as regras os outros fecham-nos as fronteiras?! O quê? Mas não era mesmo isto que nós queríamos? Ou seja, precisávamos!

Nota: Não é bem assim? Mas é quase assim.

publicado por Eu mesmo às 23:21

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Domingo, 19 de Maio de 2013

Despedimentos na função pública = "selvajaria?"

O governo quer fazer coisas que sabe que não estão bem, portanto tenta sempre arranjar palavras bonitas para embrulhar ações feias, ou então diz, e depois diz que não disse. Começou pela revisão, depois lembram-se da refundação. Agora é a requalificação. As novas ideias começam sempre com um "re" e terminam sempre em "ão".

Despedimentos na função pública devem ser admitidos, tal como no setor privado, se houver uma causa justa para o fazer. Chama-se "justa causa". Se o trabalhador é um preguiçoso desobediente, um vigarista, um oportunista que não cumpre a lei deve obviamente ser despedido. Mas nesta caso assuma-se o assunto com todas as letras. Não se venha com truques. Requalificação o tanas!

Vejam o video:

publicado por Eu mesmo às 19:39

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Sábado, 4 de Maio de 2013

Será a isto que se pode chamar um burro?

No regime de mobilidade especial os funcionários que não estão adaptados à função recebiam 50 % do salário e esperavam que lhes fosse encontrado um lugar de trabalho adequado. Se não aceitassem eram despedidos. Isto uma lei do tempo do governo socialista.

Passos Coelho anunciou dia 3 de maio de 2013 que ia acabar com o regime de mobilidade especial na função pública, substituindo por um novo regime a que chama "Requalificação".

Este passos tem tendência para arranjar novas palavras para as mesmas coisas que já existem ou para nada. Lembra-se da  "refundação Estado", revisão da constituição, revisitação ......

No regime de "Requalificação", com um período total de 18 mmeses, o funcionário fica a ganhar 2/3 do salário durante 6 meses, frequentando obrigatoriamente formação profissional, depois passa a receber 50 % do salário durante mais 6 meses. Nos últimos 6 meses passa a receber 1/3 do salário. Finalmente ficam eternamente em "licença sem remuneração".

Este regime vai ser aplicado a 30 000 funcionários públicos.

No final acabam todos por ser despedidos.

Então gasta-se dinheiro em formação quando a única intenção é despedi-los.

"Governo fez em dois anos o que ninguém fez nos últimos 15"

Pois, infelizmente é verdade! Eu diria até, fez em dois anos o que ninguém conseguiu fazer em 35 anos.

 

publicado por Eu mesmo às 23:07

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Terça-feira, 16 de Abril de 2013

Somos ricos. Oferecemos energia!

Estive hoje numa conferência sobre eficiência energética e energias renováveis. No período de debate fiz a seguinte pergunta a um dos oradores (um conhecido prof. de uma Universidade).

- Este ano temos tido uma grande produção de energias renováveis, pelo que, a certas horas, a oferta de energia eléctrica supera a procura (o consumo), razão pela qual o preço cai a zero e a energia é exportada a preço zero.

No gráficos em tempo real da página da REN pode-se ver a exportação, que em muitos casos se confirma ser a preço zero.

Nota: Negativo significa exportação. Exemplo do dia 13 de abril 2013.

O apresentador respondeu-me da seguinte forma: - A energia é como a pêra rocha. Se vários produtores colocarem ao mesmo tempo no mercado grandes quantidades de peras o preço vai descendo, podendo mesmo chegar a uma situação que o produtor fica com duas soluções: ou deita as peras para a lixeira ou dá a alguém. Como a energia não pode ser deitada fora resta dar a custo zero.

Claro que a resposta não me satisfez. O problema de dar a energia a Espanha não é o que me faz mais incómodo, o que me preocupa é que são os consumidores portugueses a pagar ao preço normal o que é oferecido a outros.

Voltando à imagens das peras, é como se o produtor oferecesse as peras aos que não são seus clientes, e quando vendesse peras aos seus consumidores habituais cobrasse o preço das peras oferecidas no período da fartura.

Outro orador confirmou tudo isto e disse que não era permitido passar a energia eléctrica para além dos Pirenéus porque não só os espanhóis não deixam, mas também os franceses não querem energia mais barata do que a que eles produzem nas centrais nucleares.

Então isto está viciado. É preciso alterar a legislação nacional e comunitária.

Quando pedirem a Portugal para pagarmos a nossa dívida dizemos que pagamos em energia,

porque  n ã o  h á  d i n h e i r o.

publicado por Eu mesmo às 22:38

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Quarta-feira, 10 de Abril de 2013

Não há dinheiro, mas ...

Não há para umas coisas mas há para outras incompreensíveis. Isto é que me irrita.

http://economico.sapo.pt/noticias/governo-autoriza-presidente-do-igcp-a-ganhar-10-mil-euros-mensais_166696.html

Governo autoriza Presidente do IGCP a ganhar 10 mil euros mensais

Económico  
10/04/13 10:08

Quem é João Moreira Rato?

 João Moreira Rato, o homem escolhido por Vítor Gaspar para dirigir os destinos da emissão da dívida pública portuguesa e o regresso de Portugal aos mercados internacionais, era até agora editor executivo do Morgan Stanley. Quarta-feira foi um bom dia para os Moreira Rato. No dia em que João foi anunciado como presidente do IGCP, soube-se também que o seu irmão mais novo, Miguel – dono da consultora M Public Relations – tinha ganho a conta do Millennium bcp.

 Doutorado pela Universidade de Chicago, o novo presidente do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP), que em setembro completará 41 anos, passou pelo falido Lehman Brothers e pelo Goldman Sachs, o banco que coloca ex-funcionários nos lugares de topo que decidem o rumo da economia global - de tal forma que os concorrentes lhe dão a alcunha de Government Sachs.

 Casado, dois filhos, João Moreira Rato saiu de Portugal em 1995 e vive em Londres desde 2000; foi também um dos três partners portugueses que lançou, em fevereiro de 2008, o Nau Capital, um hedge fund que tinha como objetivo chegar aos 500 milhões de euros em dois anos; a aventura terminou quatro anos depois, com a venda da totalidade do fundo ao Eurofin Capital. Esta experiência no mundo da alta finança será de extrema importância no diálogo com os mercados financeiros, que só oferecerão financiamento a taxas de juro comportáveis se acreditarem que Portugal é capaz de ultrapassar os seus problemas. João irá contar nessa tarefa com o apoio de Cristina Casalinho, economista-chefe do BPI, que assumirá o cargo de vogal do IGCP. O ministro das Finanças mostra saber onde estão as pessoas que contam. - Vítor Martins

 http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO042611.html

Currículo resumido

Nota curricular de João de Almada Moreira Rato

1 — Dados pessoais:

Nome: João de Almada Moreira Rato.

Data de nascimento: 29 de setembro de 1971.

2 — Formação académica:

1993 — licenciatura em Economia na Universidade Nova de Lisboa.

2000 — doutoramento em Economia com especialização em Finanças

pela University of Chicago.

3 — Atividade profissional atual:

Desde outubro de 2010 — diretor executivo da Morgan Stanley.

4 — Funções anteriores

2008 -2010 — CEO, sócio gerente da Nau Capital LLP;

2006 -2008 — diretor executivo da Lehman Brothers;

2003 -2006 — diretor da Lehman Brothers;

2000 -2003 — associado da Goldman Sachs;

2000 — estagiário de verão na Goldman Sachs;

1997 — estagiário de verão no Banco Bozano Simonsen.

5 — Outras atividades:

Vice -presidente do Forum da Competitividade de 2008 a 2012;

Relator da Plataforma para o Crescimento Sustentável de 2011 a 2012

 Mais outro do Lehman Brothers.


publicado por Eu mesmo às 20:43

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