Terça-feira, 29 de Julho de 2014

Dia histórico

Este é um dia histórico para a história Mundial, não deve ser esquecido.

Única central elétrica de Gaza destruída

No dia do ataque aéreo mais intenso, o exército israelita destruiu a única central elétrica de Gaza. A maior parte da cidade ficou sem eletricidade

http://expresso.sapo.pt/unica-central-eletrica-de-gaza-destruida=f883703#ixzz38ticcqTE

São as ironias do destino. O povo que teve a maior experiência recente de tentativa de extermínio no holocausto, está ele próprio a fazer o extermínio dos palestinianos.

Com tantas bombas inteligentes que até acertam num único automóvel ou entram numa janela a dezenas de quilómetros do local de disparo acertaram na única central electrica de um enclave sem meios de sobrevivência - um gueto.

  1897               1946                1947               1949             1956            2012   

A amarelo - Palestina / a verde - Israel dos judeus,  conferir as datas.

E a comunidade internacional entretém-se a pensar em sansões inúteis contra a Rússia por apoiar separatistas que são a maioria num território que foi dado em 1954 à Ucrânia numa noite de bebedeira de  Nikita Khrushchev - a Crimeia.

Os que não concordarem comigo dirão: - "Mas ninguém gosta de apanhar com rockets sobre a cabeça".

Pois é preciso ver o filme sobre o gueto de Varsóvia - O Pianista.  Colocaram milhares de judeus num espaço minúsculo, sem luz, nem água nem comida, mas cada vez que um judeu atacava um nazi eram logo mortos dez judeus, porque os nazis se sentiam incomodados.

Na altura a revolta de alguns judeus era  heroísmo, sabendo que a seguir vinha a vingança.

publicado por Eu mesmo às 23:04

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22 comentários:
De Alegria a 30 de Julho de 2014 às 10:36
Por coincidência encontrei o seu blog li este seu comentário que acho parcial e injusto e que só pode ter sido escrito por um ignorante acerca do conflito Israel/árabe e especialmente ignorante acerca da história referente a Israel e da falsamente chamada Palestina.
Se necessitar de algumas lições de história imparcial e justa conte comigo.
Espero que não pertença ao novo movimento "Noite de Cristal"
Ortografia de acordo com o "Acordo Ortográfico Lusitano"
Alegria
De Luis Alberto a 30 de Julho de 2014 às 12:31
Perdoe-me a expressão, mas apetece dizer "diz o roto ao nu !!!". Perceber a história é precisamente não tomar partido e olhar para os factos numa perspetiva holística. Só pelo seu comentário consigo perceber que "corta" os factos incómodos. É pena
De Gasparzinho fantas a 30 de Julho de 2014 às 16:34
Todo o que falar contra o sionismo é anti semita. Todo o que falar contra os assassinos judeus é anti semita. Todo o que falar do nazismo inerente à politica sionista do "estado" de Israel é anti semita. Todo o que falar em resistir à politica nazi de Israel é anti semita. Todo o que falar em resistir de armas na mão (as que houver à disposição, claro) ao genocídio praticado pelos judeus israelitas na Palestina é anti semita e TERRORISTA para Israel, para o seu dono EUA, e para os cães de fila da UE e do mundo anglo-saxónico...
Israel, e os seus aliados, bem como os regimes reacionários e fascistas do mundo árabe são o quê, perante os crimes de guerra que se vêm todos os dias praticados pelos judeus de israel? Defensores lídimos da humanidade, da democracia e dos direitos humanos, não?
Ide p´ra Fátima BANDIDOS, e esperem lá pelo fim do mundo: do Vosso mundo, escumalha Nazi!!
De gasparzinho fantas a 30 de Julho de 2014 às 16:36
Todo o que falar contra o sionismo é anti semita. Todo o que falar contra os assassinos judeus é anti semita. Todo o que falar do nazismo inerente à politica sionista do "estado" de Israel é anti semita. Todo o que falar em resistir à politica nazi de Israel é anti semita. Todo o que falar em resistir de armas na mão (as que houver à disposição, claro) ao genocídio praticado pelos judeus israelitas na Palestina é anti semita e TERRORISTA para Israel, para o seu dono EUA, e para os cães de fila da UE e do mundo anglo-saxónico...
Israel, e os seus aliados, bem como os regimes reacionários e fascistas do mundo árabe são o quê, perante os crimes de guerra que se vêm todos os dias praticados pelos judeus de israel? Defensores lídimos da humanidade, da democracia e dos direitos humanos, não?
Ide p´ra Fátima BANDIDOS, e esperem lá pelo fim do mundo: do Vosso mundo, escumalha Nazi!!
De Margarida a 30 de Julho de 2014 às 16:42
Alegria, já agora qual a fonte de informação?
De Sílvio Leal a 30 de Julho de 2014 às 16:51
"parcial e injusto"? Já para mim, tornou-se evidente que ter coragem para fazer as afirmações que o sr. Luís Alberto fez, sem a normal hipocrisia que grassa na actual sociedade, é de notável coragem, capacidade e conhecimento de factos históricos.
Além disto que estão a fazer hoje, podemos esperar que se amanhã estiver Jesus Cristo sentado numa pedra em Gaza, pregando aos peixes (sim, aos peixes, porque gente para ouvir já não existe lá) o matarão novamente. No mesmo dia dirão que foram danos colaterais e erro do chip do míssil.
Fora do devaneio do parágrafo anterior, deixe-me acrescentar que não escrevo pela Treta Ortográfica Lusitana e Adjacentes (TOLA), mas desejo que os mísseis que hoje vão para Gaza, amanhã vos acertem nela. Tristeza...
De Manuel Conde a 30 de Julho de 2014 às 11:08
Discordo com o seu comentário. Somos livres de pensar o que bem entendemos, eu já mais defendia os idealismos de um grupo terrorista. Na realidade quem paga é o povo palestiniano, eles votaram no Amas (conhecido por um grupo terrorista). Os palestinianos em vez de investirem em infraestruturas para o pais não, os túneis e armamento é melhor para o povo. Por amor de Deus
De Luis Alberto a 30 de Julho de 2014 às 12:18
Recomendo "Historia da Palestina Moderna", de ILAN PAPPE (Israelita e professor na Universidade de Haifa), que retrata a região desde 1856 a 2001. É tremendamente esclarecedor de que apesar de haver erros parte a parte, a forma como foi criado o estado de Israel e da Palestina (como se vive na região, regras para israelitas e palestinianos, leis sectárias e xenófobas, costumes, etc) tornam impossível a existência de paz. Vejam também "Emissary of the Doomed", de Ronald Florence. Percebe-se as atitudes atuais pelas atitudes passadas na II GG, especialmente o cinismo dos Estados (incluindo o próprio estado de Israel para com os seus cidadãos) no que diz respeito ao valor da vida humana. Mas continuo a crer que, apesar de num conflito raramente alguém se poder assumir pleno de razão, a desproporção neste caso é horrível.
De Luis Fonte a 30 de Julho de 2014 às 12:13
Se a ideia é falar de história, então o melhor é lembrar que os judeus já por lá andavam 2000 anos antes do nascimento de Cristo, Como reino independente, além de religião, desde 1000 anos antes de Cristo, e os muçulmanos apareceram por lá 600 anos depois de Cristo!
Mais; a Palestina nunca existiu enquanto estado, apenas como região e maior do que é o estado de Israel. O nome vem do tempo dos Gregos e pertenceu durante 500 anos ao império Otomano (Turcos), até ao final da primeira grande guerra. Nunca como estado.
De Gasparzinho fantas a 30 de Julho de 2014 às 16:41
Os Judeus já por lá andavam há x anos?...
Que ignorância e que perda de tempo a ler esta "opinião". A ser assim, quem andaria aqui na península há 3000 anos? E no que é hoje os EUA? E na Rússia, na Crimeia, na Austrália, no Brasil? Que justificação mais ignorante e pateta, para dizer pouco...
Todo o que falar contra o sionismo é anti semita. Todo o que falar contra os assassinos judeus é anti semita. Todo o que falar do nazismo inerente à politica sionista do "estado" de Israel é anti semita. Todo o que falar em resistir à politica nazi de Israel é anti semita. Todo o que falar em resistir de armas na mão (as que houver à disposição, claro) ao genocídio praticado pelos judeus israelitas na Palestina é anti semita e TERRORISTA para Israel, para o seu dono EUA, e para os cães de fila da UE e do mundo anglo-saxónico...
Israel, e os seus aliados, bem como os regimes reacionários e fascistas do mundo árabe são o quê, perante os crimes de guerra que se vêm todos os dias praticados pelos judeus de israel? Defensores lídimos da humanidade, da democracia e dos direitos humanos, não?
Ide p´ra Fátima BANDIDOS, e esperem lá pelo fim do mundo: do Vosso mundo, escumalha Nazi!!
De Luis Fonte a 30 de Julho de 2014 às 17:40
Lamento ter comentado num blog frequentado por gente de tão baixo nível e com uma "tolerância" esclarecedora!
De Sílvio Leal a 30 de Julho de 2014 às 17:00
Andavam sim, a matar e roubar o que outros construíram como fez David que nada construiu e é considerado um herói. E 3000 anos antes de Cristo. E 5000 anos antes de Cristo? Santa paciência...
De Eu mesmo a 31 de Julho de 2014 às 19:03
Não diga isto muito alto.
Pode algum descendente de um visigodo passar na sua rua e querer expulsá-lo da sua casa, ou até matá-lo.
É a história!
De Luis Alberto a 30 de Julho de 2014 às 12:17
Recomendo "Historia da Palestina Moderna", de ILAN PAPPE (Israelita e professor na Universidade de Haifa), que retrata a região desde 1856 a 2001. É tremendamente esclarecedor de que apesar de haver erros parte a parte, a forma como foi criado o estado de Israel e da Palestina (como se vive na região, regras para israelitas e palestinianos, leis sectárias e xenófobas, costumes, etc) tornam impossível a existência de paz. Vejam também "Emissary of the Doomed", de Ronald Florence. Percebe-se as atitudes atuais pelas atitudes passadas na II GG, especialmente o cinismo dos Estados (incluindo o próprio estado de Israel para com os seus cidadãos) no que diz respeito ao valor da vida humana. Mas continuo a crer que, apesar de num conflito raramente alguém se poder assumir pleno de razão, a desproporção neste caso é horrível.
De absurdo a 30 de Julho de 2014 às 20:34
É bom ler o Ilan Pappe.
Melhor ainda: ler SOBRE o Ilan Pappe.
Não é o facto de ele ser judeu e israelita que o torna melhor historiador.
Mesmo de entre os Novos Historiadores israelitas a sua competência e amor à verdade é questionada.
Ler APENAS o Ilan Pappe é ter um conhecimento ao nível daquele que se obtém da descrição de um jogo de futebol por um qualquer adepto fanático.

Leia, por exemplo, o Tom Segev e o Martin Gilbert. Nenhum deles pode ser acusado de ser historiador oficial. Qualquer deles está a anos-luz de competência do Pappe.

Ambos judeus, um israelita, o outro britânico.

Vai ver que aprende umas coisas e, se não evitar a repetição de posts como este, é porque o não quer.
De N.Costa a 30 de Julho de 2014 às 12:30
Como é que pode haver paz se filhos veem os pais morrer e pais veem os filhos morrer.Esse é um conflito que jamais terá paz, é o maior ódio á face da terra.
De Luis Alberto a 30 de Julho de 2014 às 12:34
Precisamente. Independentemente das ideologias e religiões, são PESSOAS que vivem o conflito. Um filho ou um pai mortos, seja por que razão for, semeia sempre a semente de ódio que trará a vingança na primeira oportunidade ... e assim se vive em guerra à milhares de anos
De Sílvio Leal a 30 de Julho de 2014 às 17:04
Parabéns. Lúcido e objectivo. Só mesmo quem não quer ver poderá contestar.
De Bruno a 30 de Julho de 2014 às 17:13
Esta da central eléctrica tem graça, tendo em conta que a maior parte da energia eléctrica de Gaza é fornecida pelo Estado de Israel e nem sequer tem vindo a ser paga pela Autoridade Palestiniana.

Gaza apenas tem um gerador de electricidade próprio, é essa a central eléctrica?
De Eu mesmo a 31 de Julho de 2014 às 19:10
Pobres a mal agradecidos os palestianos.
Têm casa, água e luz de graça a ainda se queixam.
Como não trabalham, passam o tempo a construir rockets para se divertirem.
Os judeus também são muito inteligentes. Bombardeiam a central eléctrica dos árabes e depois vão dar-lhes electricidade das suas centrais, ficando com os custos de combustível.
Os judeus nos campos de concentração também eram uns mal agradecidos. Tinham cama, banho e comida, dormiam todo o dia, e ainda vieram dizer que os nazis eram más pessoas.
De jos a 30 de Julho de 2014 às 22:14
A discussão à volta deste trágico (e inaceitável quanto às consequências) tema é igual a qualquer tema político ou futeboleiro. Não leva a lado nenhum. Uma coisa é certa: a desproporção de meios empregues tira qualquer legitimidade, na minha opinião, a Israel.As terríveis e injustificáveis consequências do uso dessa desproporção tornam muito difícil a compreensão e a aceitação da sua justificação. Aceitá-la tal como Israel a propõe, torna-nos mais desumanos.E somos, de facto, cada vez mais insensíveis.É a minha opinião.
De pedro martins a 30 de Julho de 2014 às 23:48
a hipocrisia do mundo capitalista ocidental dita que neste momento se decretem sanções economicas à russia por alegadamente estar envolvida na defesa do povo russo que habita o leste da ucrania, enquanto permitem que israel, um dos principais clientes mundiais do armamento dos eua, massacrem todo um país (mas sobretudo crianças totalmente indefesas) sem existir um unico reparo publico dos chefes de estado das democracias ocidentais... são todos uns cobardes, escória do pior nivel, uma vergonha para qualquer ser humano com o minimo de dignidade. espero que numa proxima encarnação sejam voces a nascer num sitio como a palestina, não merecem outra coisa.

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